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Já pensou nas vantagens da digitalização?

Já pensou nas vantagens da digitalização?

O ano ainda agora começou e certamente já muitos se esqueceram das resoluções para 2019. Mas, mudar, será assim tão complicado? O mundo está em constante mudança e todos os seres vivos "lutam" para acompanhar a evolução. No mundo digital, as coisas são idênticas e é muito difícil travar ou lutar contra as tendências tecnológicas.

 

A digitalização, tão importante para a competitividade das empresas, também precisa de pessoas, de humanos, para poder continuar a crescer. Hoje em dia, ao mesmo tempo que existe um maior despertar para as questões da segurança, há a certeza que ficar desligado da tecnologia é algo praticamente impossível. Da saúde aos negócios, à forma como comunicamos ou fazemos compras. Tudo tem um ponto de contacto com a tecnologia e tentar travar a digitalização é como lutar com os moinhos de vento de D. Quixote.

 

Mesmo aqueles que por vezes tentam lutar contra a tecnologia fazem-no com recurso a um smartphone e através da redes sociais. São as incongruências da vida. Uma coisa a maioria concorda: a digitalização é cada vez mais importante. Não significa criar dependências mas usar a  tecnologia para melhorar a qualidade de vida e permitir lutar contra os danos que a pegada humana está a provocar ao planeta.

 

E, uma das coisas mais simples que se pode fazer para caminhar no sentido da digitalização e, simultaneamente contribuir para a proteção ambiental está ao alcance de todos. A fatura eletrónica. Pode até parecer algo com pouca importância mas são estes pequenos gestos que acabam por contribuir, como um todo, para as mudanças digitais benéficas para a humanidade e para a sustentabilidade da vida no Planeta.

 

Desde logo, o Estado português pode vir a poupar entre 100 e 400 milhões de euros se adotar uma estratégia “Digital by Default”. A conclusão é do estudo “Digital by Default: Impacto Económico e Fatores de Sucesso”, apresentado pela Porto Business School e pelo MUDA – Movimento pela Utilização Digital Ativa.

 

O trabalho desenvolvido pelo Center for Business Innovation da Porto Business School, concluiu que um avanço na transformação digital apenas do lado do Governo pode trazer poupanças na ordem dos 400 milhões de euros por ano.

 

Este processo terá ainda mais impacto se partir de uma base de transparência, confiança, inclusão, envolvimento e participação. Ou seja, uma estratégia de Digital by Default deverá permitir que os serviços públicos estejam disponíveis online, adaptados para dispositivos móveis, fáceis de usar e acessíveis, bem como uma interligação com os cidadãos e as empresas.

 

Ou seja, uma aceleração da transformação digital pode gerar um impacto líquido total entre os 6,5 e 10 mil milhões de euros por ano na União Europeia. Como casos de sucesso são referidas iniciativas como “Empresa na Hora”, “Marca na Hora” e “Registo Comercial Online”.

 

Depois, é preciso lembrar, o Governo, o Estado, são todos os cidadãos. Também por isso, o esforço tem de ser conjunto. De que adianta subscrever a faturação eletrónica se depois o Estado, as Finanças, obrigam a manter um registo em papel? Para que tudo isto mude, foi criado o MUDA.

 

Não é mais do que um movimento nacional promovido por várias empresas, universidades e associações e pelo Estado Português que assumem, em conjunto, o compromisso de incentivar a participação dos portugueses no espaço digital e ajudar a tirar partido dos benefícios associados aos serviços digitais, disponibilizados por empresas e pelo Estado.

 

Este ano, o compromisso ganha ainda mais força com a estratégia de incentivar os clientes das mais diversas empresas e serviços a mudar. E existe melhor incentivo do que realizar um concurso onde o prémio final é um automóvel?

 

Com o slogan "Mudar é Ganhar", o MUDA acaba de lançar esta iniciativa em parceria com as empresas que fazem parte deste movimento. O sistema é simples, por cada serviço digital subscrito, como a adesão a uma áreas de cliente, aquisição de produtos online ou subscrição de fatura eletrónica ou débito direto, o cliente recebe um código para inserir e participar no concurso.

 

Além de outros prémios, todos os participantes ficam habilitados ao sorteio final de um automóvel T-Roc.

 

As vantagens em mudar

O caminho ainda é longo mas são diversas as vantagens que se podem tirar da digitalização. Trabalhar à distância (uma iniciativa que tem de merecer a atenção das empresas que ainda primam pela obrigatoriedade da presença dos colaboradores que exercem funções que podem ser feitas em qualquer parte do mundo); manter uma ligação com os outros; Aceder a mais informação, mais diversificada; poupar dinheiro ou ser mais criativo, são algumas das vantagens deste processo.

 

Mas, apesar de tudo parecer distante, tal como a tecnologia é veloz, mudar custa pouco quando se aposta na digitalização. Numa grande maioria dos casos, é apenas mudar a mentalidade! Qual o motivo de estar preocupado com o pagamento de contas de serviços quando pode fazer isso, sem custos, por débito direto? E porque razão tem de se deslocar a uma caixa ATM para efetuar um pagamento ou transferência quando o pode fazer através do Home Banking?

 

Há muitos exemplos de tarefas diárias que, com pequenas alterações, permitem poupar tempo para outras atividades.

 

No últimos dez anos a percentagem de utilizadores de Internet subiu de 25% para 50% em todo o mundo. Um crescimento que se deve em grande parte ao acesso a smartphones. De acordo com a IDC, o acesso dos portugueses à Internet passou de 40%, em 2007, para 74% em 2017.

 

Os dados deste estudo, levado a cado em conjunto com a ACEPI, prevê que na próxima década chegue aos 100%. Segundo o estudo, nos últimos dois anos, as preocupações com a transformação digital têm vindo a crescer no universo empresarial em todo o mundo, notando-se a mesma tendência em Portugal. De acordo com a IDC, “os líderes das principais organizações mundiais mostram-se cada vez mais preocupados com o impacto que o digital pode ter no seu negócio”. No entanto, nem tudo tem acompanhado a vontade havendo alguns impedimentos, muitos deles culturais, que têm inviabilizado a verdadeira transformação digital das empresas.

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